Da Redação
A Bronca Popular
A saúde pública de Cuiabá se tornou um verdadeiro cenário de guerra. Sob a gestão do ex-prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), a cidade mergulhou em um abismo de corrupção, descaso e mortes evitáveis.
Dezenas de operações policiais escancararam o desvio de dinheiro público, revelando um esquema criminoso que ceifou vidas e transformou a rede pública municipal de saúde em verdadeira armadilha mortal.
A situação ficou tão insustentável que o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) e o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) foram obrigados a decretar intervenção, colocando o governo estadual no comando da Saúde.
Mas o pesadelo não terminou aí.
Abílio Brunini (PL) foi eleito sob a promessa de consertar a tragédia deixada por seu antecessor.
No entanto, seu governo se revelou ainda mais desastroso.
Midiático e governando com um smartphone nas mãos, Brunini conseguiu a proeza de piorar o que já era insuportável.
A crise sanitária e o colapso estrutural consolidaram o Hospital Municipal e Pronto-Socorro de Cuiabá como um verdadeiro necrotério, onde pacientes morrem até mesmo na enfermaria.
A denúncia mais recente, divulgada pelo jornalista @anteropnb, expõe uma realidade aterradora.
Em um áudio emocionante, uma enfermeira descreve um cenário de calamidade pública: falta de estrutura, escassez de profissionais e um ambiente de completo abandono. Aos prantos, ela questiona se Abílio está louco e denuncia que "todo mundo sabe de tudo", mas nada é feito para mudar a situação.
O que deveria ser um serviço essencial para salvar vidas se tornou uma sentença de morte para os cuiabanos.
O abandono da gestão Emanuel Pinheiro deu lugar à inércia e incompetência de Abílio Brunini, resultando em mais dor, mais sofrimento e mais óbitos. A população, que já perdeu a esperança, agora clama por um mínimo de dignidade.
Até quando Cuiabá será refém de administrações criminosas e irresponsáveis?
Quantas vidas mais serão perdidas antes que a justiça e a sociedade tomem uma atitude definitiva?
O povo cuiabano não pode mais suportar esse descaso brutal.
É hora de responsabilizar os culpados e exigir mudanças reais, antes que a capital se afogue de vez no caos.