Quarta-feira, 19 de Junho de 2019


Sexta-feira, 24 de Maio de 2019, 16h:01 - A | A

MARXISMO CULTURAL

Balburdia no jornalismo da Unemat

Jovens estudantes fumam maconha, disseminam ódio contra a direita e usam até o nome de Jesus para promover o apartheid social, ideológico e político

EDÉSIO ADORNO
Tangará da Serra

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O ministro da Educação, Abraham Weintraub, justificou o contingenciamento financeiro nas universidades e nos institutos federais afirmando que o dinheiro público não pode ser aplicado no custeio de balburdia nos campus universitários. A esquerda, habituada ao esbanjamento e a esbórnia, reagiu nervosa as declarações de Weintraub.    

Estudantes das federais transformaram o nome Balburdia em perfis no Instagram e de páginas no Facebook. Alguns acadêmicos da Unemat também aderiam ao protesto. A proposta é mostrar o volume da produção em pesquisa, ensino e extensão das universidades públicas.    

Se esse de fato fosse o objetivo perseguido, nenhuma objeção teria a fazer. Até porque os docentes e discentes das universidades públicas tem a obrigação de dar publicidade o que fazem com o dinheiro do contribuinte. É o que estabelece o princípio da publicidade, previsto no artigo 37 da CF/88.    

A verdade, no entanto, é outra. As publicações digitais são usadas para criticar o ministro da Educação e desancar o governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL), que declarou o fim da farra com o dinheiro público. Não haverá financiamento de “manifestações culturais” que contrastam com os valores éticos, morais, filosóficos, familiares e teológicos reconhecidos e aceitos pela sociedade.    

No Campus da Unemat de Tangará da Serra, alguns acadêmicos despirocados do curso de jornalismo sequer recorreram as páginas denominadas balburdias para fazer proselitismo do chamado marxismo cultural.    

Os futuros formadores de opinião misturam maconha, cachaça, sexo, ofensas a família e despejam toda a sem-vergonhice nas redes sociais, em especial no microblog Twitter. Não praticam apenas balburdia. O comportamento de uma meia dúzia de aloprados estudantes de jornalismo descamba para o Código Penal. Fumar maconha em sala de aula ou nas dependências da universidade não pode ser considerada uma atitude licita, normal e aceitável.    

O usuário de drogas ilícitas não pode ser punido. Mas também não deve ser premiado com a permissão para fazer apologia de entorpecentes. A criminalidade que preocupa a população de Tangará da Serra e exige esforços das forças de segurança tem correlação com o tráfico de drogas.

A Bronca Popular recebeu um acervo de fotos, textos e vídeos que mostra o uso liberado de maconha por alguns estudantes de jornalismo. O material foi recortado de postagens nas redes sociais. Um escândalo!    

Acadêmicos de outros cursos se declaram, sob a condição de anonimato, que estão constrangidos, envergonhados. “Esperamos que a direção da Unemat tome providência e acabe com essa situação vergonhosa”, afirmam.    

Ressalte-se aqui a importância social da Unemat na construção do desenvolvimento de Mato Grosso e sua imprescindível contribuição com a pesquisa, a ciência e a produção acadêmica. A instituição é um celeiro de profissionais de excelência. Sua imagem não pode ser maculada pela irresponsabilidade de uma meia dúzia de celerados que fazem da balburdia um método.

Insta grafar, por outro lado, que o comportamento de uma minoria não reflete o padrão cultural e de conduta dos formandos em jornalismo do Campus da Unemat. A grande maioria dos acadêmicos de jornalismo é formada por homens e mulheres que buscam na formação profissional qualificação para atuar no mercado de trabalho e contribuir com o desenvolvimento da cidade, de Mato Grosso e do Brasil.

NR: A reportagem entrou em contato com a reitora da Unemat, Ana Di Renzo. Ela informou que uma assessora de imprensa entraria em contato com o site, o que não fez até o fechamento desta matéria. As fotos publicadas foram reproduzidas das redes sociais de acadêmicos do curso de jornalismo. Optamos por recortar o nome para preservar a identidade dos futuros formadores de opinião.

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