Quarta-feira, 19 de Junho de 2019


Quarta-feira, 12 de Junho de 2019, 10h:44 - A | A

São José do Xingu

Câmara de Vereadores custa mais de R$ 1,5 milhão ao contribuinte

EDÉSIO ADORNO
Da Editoria de Política

Reprodução/Portal Câmara de Vereadores

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Câmara de Vereadores de São José do Xingu custa mais de R$ 1,5 milhão ao contribuinte   A dupla Cora e Condão parece viver em uma ilha de fantasia. Não perceberam ainda que os governos petistas deixaram o País no fundo do poço.  

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) está fazendo enorme esforço para equilibrar as contas públicas, fazer a reforma da Previdência e garantir a retomada do crescimento do Brasil.  

Bolsonaro enfrenta feroz oposição da velha política, da turma do toma lá dá cá e, principalmente do PT, a nefasta organização criminosa que saqueou os cofres públicos e comprometeu o futuro da Pátria.  

O vereador Condão faz parte do PT, esse partido que tanto mal fez ao Brasil e aos brasileiros. Pedro Condão é crítico de Bolsonaro, da Lava Jato, de Sérgio Moro e um ferrenho defensor do presidiário de Curitiba. Ver Lula livre é o sonho de consumo desse parlamentar de atuação medíocre.   A presidente da Câmara de Vereadores, Coracina de Jesus, engrossa as fileiras do PSB. Um partido aliado do PT na defesa da esquerda, do socialismo, do comunismo.  

Dar esmola com o chapéu alheio é muito fácil. Difícil mesmo é cortar na própria pele. A Câmara de Vereadores de São José do Xingu tem um custo anual de mais de R$ 1,5 milhão. Se o prefeito atrasar o repasse desse dinheiro pode até ser afastado do mandato. É lei.  

Reduzir essa monta de dinheiro (R$ 1,5 milhão) para um quantitativo menos promiscuo poderia ajudar a pagar os direitos dos profissionais da educação. Pedro Condão pode tomar essa iniciativa. Ele tem compromisso com a cidade e com os servidores públicos do município.  

O governador Mauro Mendes (DEM) decretou situação da calamidade financeira no estado, está renegociando dívidas com fornecedores. Foi obrigado a fazer o escalonamento do salário dos servidores do estado. Vários governos estaduais estão com a folha em atraso. Em Mato Grosso, a situação de penúria fiscal compromete as finanças de dezenas de prefeituras.  

Cora e Condão sabem que o cumprimento da Lei 742/2018 vai fazer com haja atraso no pagamento dos servidores do município. Falta dinheiro e falta Condão dizer a verdade. Ele conhece, ou deveria conhecer, os números fiscais da prefeitura.  Jogar para a plateia e incendiar o povo não vai ajudar em nada. O momento exige dialogo.  

O prefeito Vanderley não paga o reajuste a que tem direito os profissionais da educação não porque não quer; é porque tem responsabilidade. Ele foi orientado a não ultrapassa o limite prudencial da LRF pelo Ministério Púbico e pelo Tribunal de Contas. A questão está nas mãos da justiça. O que o judiciário decidir isenta o chefe do executivo de futura responsabilização.  

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